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Até Quando? Gabriel O Pensador
Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo na mudança da mente E quando a mente muda a gente anda pra frente. E quando a gente manda ninguém manda na gente. Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura. Na mudança de postura a gente fica mais seguro. Na mudança do presente a gente molda o futuro. ...
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Ilha das flores
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segunda-feira, 27 de abril de 2009
10:29
Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.
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domingo, 8 de março de 2009
21:28
Todos os anos, depois das férias de Verão, a vida dá-nos esta oportunidade de começar de novo.Nós, os adultos e os jovens, revemos as nossas ferramentas de trabalho e, embora pastas e mochilas possam ser os mesmos, pomos em ordem, tiramos o que já não serve. Selecionamos novas coisas que nos podem acompanhar durante o novo período e recondicionamos outras que já temos, simplesmente porque queremos que continuem conosco.Mas há uma mochila, a mochila da alma- essa que arrastamos com o coração- onde guardamos muitas experiências: recordações, alegrias e tristezas, triunfos e fracassos, orgulhos e vergonhas.Esta mochila é a que tenho de preparar com mais cuidado para que o meu novo ano- não só na escola- seja o que eu desejo e mereço. Porque cada um de nós merece novas oportunidades para se sentir feliz e pleno com o trabalho e o estudo, mas, também, com o tempo de ócio, com familiares e amigos.Um novo ano letivo é um enorme ponto de interrogação, um desafio, uma inquietude,uma emoção que está aí à disposição para que avancemos e nos superemos. Todos deveríamos rever o que trazemos de novo para partilhar, o que queríamos deixar de lado, e o que necessitaríamos de melhorar.E se começarmos por rever as nossas mochilas? Vamos, preparemos juntos este novo princípio!
Duas meninas, Amala e Kamala, foram descobertas em 1921, numa caverna da Índia, vivendo com lobos. Essas crianças, que na época tinham quatro e oito anos de idade, foram confiadas a um asilo e passaram a ser observadas por estudiosos. Amala, a mais jovem, não resistiu à nova vida e logo morreu. A outra, porém, viveu por cerca de oito anos. Ambas apresentavam hábitos alimentares bem diferentes dos nossos. Como fazem normalmente os animais, elas cheiravam a comida antes de tocá-la. Dilaceravam alimentos com os dentes e faziam pouco uso das mãos para beber ou comer. Possuíam aguda sensibilidade auditiva e o olfato desenvolvido. Locomoviam-se de forma curvada, com as mãos apoiadas no chão, como o fazem os quadrúpedes. Kamala levou seis anos para andar de forma ereta Notou-se também que a menina não ficava a vontade na companhia de pessoas, preferindo o convívio com os animais, que não se assustavam com a sua presença e pareciam até entendê-la
Adptado de: A. Xavier Telles.Estudos Sociais. São Paulo
Vencendo o preconceito
Duelo de titãs
Muitos são aqueles que acreditam que a redenção dos homens se encontra no esporte. Estou entre eles. Quando a bola rola, no momento de um mergulho e algumas braçadas ou num arremesso, os homens se transformam. Esquecem as diferenças que alimentam absurdos como as guerras religiosas, o choque entre brancos e negros, as crises econômicas e mesmo a disputa por petróleo ou territórios. O esporte consagra o que há de melhor na humanidade. Traz para o mundo o espírito de luta, de conquista, o suor, as lágrimas, a vontade e, tão importante quanto toda a competitividade, o respeito pelo oponente, a ética esportiva.Não que tapemos os olhos e ignoremos que, em determinados momentos, há trapaças e deslizes, maldade e sujeira no esporte. Infelizmente, ainda temos que conviver com figuras infelizes como cartolas, esportistas frustrados que usam de artifícios como o doping ou jogadas desleais que ameaçam a integridade dos oponentes. Porém, no geral, o esporte nos lega grandes alegrias. Quem entre os brasileiros consegue esquecer figuras geniais como Pelé, Garrincha, Ayrton Senna, Guga, Popó ou Gustavo Borges?Nos grandes eventos ou nos pequenos, vemos exemplos de superação. Muita garra, talento e dedicação permitem grandes surpresas, vitórias imprevisíveis. Sorrimos mesmo nas derrotas que nos permitem vislumbrar a grandeza dos competidores. Cena inesquecível de uma Olimpíada foi aquela em que uma competidora de um país europeu, no limite de suas forças, cruzou a linha de chegada, extenuada. O público aplaudiu de pé!O filme "Duelo de Titãs" mostra justamente isso. Como um grupo de jovens, comandados por um técnico determinado e durão, conseguiu vencer os desafios que se colocavam entre eles e a vitória e levou um time de futebol americano a um título consagrador.O filme, porém, vai muito além disso. Nos bastidores da preparação do time há uma questão das mais espinhosas, a racial. Os acontecimentos apresentados no filme se passam no início da década de 1970. Momento em que as escolas norte-americanas tinham que integrar brancos e negros em salas de aula e nas demais atividades escolares. Inclusive no esporte. A relutância dos dois grupos era notória, tanto os estudantes brancos quanto os negros não queriam aceitar essa integração de forma alguma.
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Dica de filme
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quinta-feira, 9 de outubro de 2008
22:00
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